Localização: Noronha está localizado nas coordenadas 3º 54' S de latitude e 32º 25' W de longitude, distante aproximadamente 360 Km de Natal (RN) e 545 Km do Recife (PE).
Área: 11.270ha
Perímetro: 60 km
Clima: Quente – Tropical,durante o ano, a ilha passa por apenas duas estações: a da seca, de agosto a janeiro, e a da chuva, de fevereiro a julho.
Temperatura: média anual 26,5ºC
máxima absoluta 32ºC
mínima absoluta 28ºC
Pluviosidade: 1250 a l500mm anuais
Relevo: Suave Ondulado
Solos: Pedregoso e pouco profundo formados pôr derrames de lavas basálticas e rochas magnéticas
Vegetação: Basicamente Arbustiva
Visitantes/Ano: 25.000
A temperatura média da água é de 24º C
População: 1700 habitantes

Onde ficar...

 

Algumas Pousadas

Pousada Solar dos Ventos: Estr. do Sueste
Pousada do Zé Maria: R. Nice Cordeiro ( Floresta Nova )
Pousada Barcelar: R Maj.costa,128 ( Vila do Trinta )
Pousada Atalaia: V. do Trinta
Pousada Mabuya: R Maj. Costa 124 ( V.Trinta )
Pousada Sueste: Estr.do Sueste
Pousada Monsieur Rocha: V. do Trinta
Pousada da Morena: R. Nice Cordeiro, 2600
Pousada da Nana: R. Pinto Branco,214, casa 3( V.Trinta )
Pousada do Dandão V. do Trinta
Pousada do Marcilio
Pousada Paraíso do Atlântico
Pousada dos Corais: Qd.A, casa 4 ( Floresta Nova )
Pousada Aleffawi: R. Pe. Gurgel,402 ( Bolero )
Pousada das Flores: V. do Trinta
Pousada da Filo: R. Nice Cordeiro, 2620 ( Floresta Nova )
Pousada da Ciça: V. do Trinta
Pousada Brisa Mar: R Maj. Costa ( V.Trinta )
Pousada Miramar: R Nice Cordeiro ( Floresta Nova )
Pousada Nascer do Sol: R Maj. Costa ( V.Trinta )
Pousada do Vale: ( Parque ) V. Remédios
Pousada Verdes Mares: Qd. A, casa 4 ( Floresta Nova )
Pousada Carlinhos : V. Remédios
Esmeralda do Atlântico: Al. do Bolero ( V Bolero )

Um Bom local para comer:
 
Dolphin ­ A gerente, Dona Gardênia, faz jantares especiais. É só pedir que ela capricha. 

 

 Fernando de Noronha é considerado por muitos mergulhadores um dos melhores, se não o melhor, ponto de mergulho da costa brasileira. Composto por 21 ilhas e ilhotas, o arquipélago está localizado a 550 Km de Pernambuco, estado o qual pertence. O fato de Fernando de Noronha ter muito pouca infra estrutura para turistas e o número limitado de turistas faz com que a ilha esteja muito pouco modificada pelo homem. A beleza natural da ilha é o maior atrativo.

  A temperatura da água varia pouco ao longo do ano, ficando com média de 27ºC. E melhor ainda, não há termo climas em Noronha. A temperatura da superfície será a mesma até o fundo. O mar em Noronha é dividido em dois lados: Mar de Dentro, abrigado dos ventos, calmo, e Mar de Fora, exposto aos ventos, mais agitado. O Mar de Dentro costuma ser muito tranqüilo de abril a novembro, e tende a ter ondas de dezembro a março, turvando um pouco a água. O Mar de Fora, com suas águas sempre cristalinas, fica mais calmo de novembro a julho. As chuvas concentram-se no período de abril a julho, mas raramente se mantêm por muitos dias seguidos. Como não há rios, as chuvas não turvam a água, influenciando pouco Por quê Fernando de Noronha é tida como uma das melhores localidades de mergulho do Mundo? Pelas suas águas mornas e cristalinas? Pela sua fauna marinha diversificada? Pela facilidade em encontrar tartarugas, golfinhos, tubarões, raias... ? Por ser um dos poucos redutos com meio ambiente equilibrado? Ou seria porque além de tudo isso o arquipélago conta com 17 pontos diferentes de mergulho, com diferentes características naturais, satisfazendo dos mais novatos aos mais experientes mergulhadores? Só indo lá e descobrindo suas belezas submersas para saber.

 

O Arquipélago de Fernando de Noronha, com suas praias lindas, considerado um verdadeiro Paraíso Ecológico. Abrigando o Parque Nacional Marinho, é em suas águas claras e mornas que vamos encontrar suas maiores belezas. Considerado o melhor point de mergulho do Brasil, é habitado por uma fauna marinha rica e abundante. 

 

Vista aérea da ilha de Fernando de Noronha - principal do arquipélago - com a Ilha Cabeluda em primeiro plano, na parte de baixo à direita, e a baía de Sueste ao centro, no lado da ilha que dá para o oceano Atlântico (o chamado “mar de fora”); a pista do aeroporto corta a ilha mais acima na foto, e o Morro do Pico (ponto mais alto do arquipélago com 325 m) aparece ao fundo, junto ao “mar de dentro” (lado da ilha que dá para o continente)

A beleza de suas paisagens passou a ser relatada nas Cortes européias como um mundo novo e puro, atiçando a cobiça dos invasores.
Boa parte da Europa colonialista dos séculos 16 a 18 tentou se estabelecer ali. Primeiro foram os franceses que a chamaram Isle Delphine ­ como lembrança dos golfinhos que a circundam. (por duas vezes, em 1556 e 1736) e depois os holandeses que
  brigaram muito para ficar ali até 1629 chamando-a de Pavônia. Portugal só retomou definitivamente as ilhas em 1737, construindo dez Fortes ao longo da ilha para protegê-la. O maior deles, o de Nossa Senhora dos Remédios, é considerado uma das grandes atrações da ilha, ainda que esteja em ruínas. Neste período  Noronha  transformou-se em presídio de segurança máxima.
Duzentos anos depois, já brasileira, Noronha virou território federal e  colônia de presídio comum até 1938, quando transformou-se  em presídio político até 1941. Noronha também serviu de base militar norte-americana na II Guerra. Durante muito tempo, foi administrada por militares da Aeronáutica. Até que, finalmente, em 1988, reanexada ao estado de Pernambuco, a ilha ganhou o status que sempre mereceu o de Parque Nacional Marinho, com uma área de 113 Km² .
Desde então, a ecologia tornou-se o lema de Noronha. Os moradores atuam como fiscais espontâneos do parque, para fazer valer uma série de restrições impostas aos visitantes.
Originadas por processos vulcânicos relativamente modernos, Fernando de Noronha  e as ilhas que formam o arquipélago são o topo da Dorsal Mediana do Atlântico, uma cadeia de montanhas submersas que divide ao meio o Oceano Atlântico e que se alonga da Antártida até o Ártico, numa extensão de mais de 15.000km, cuja base está a 4 mil metros de profundidade.

 

Dizem que ir a Fernando de Noronha e não mergulhar é como ir a Roma e não ver o Papa.
O privilégio não é só para mergulhadores experientes. Quem até hoje só viu peixe em aquário ou peixaria, pode alugar máscara, nadadeiras e snorquel para um mergulho livre nas praias e piscinas naturais. A lugares onde mesmo quem nunca mergulhou, vai sentir um arrepio e descobrir que está em outro mundo. No Atalaia, a maré baixa forma uma das maiores piscinas naturais da ilha. A menos de um metro de profundidade, tartarugas, filhotes de tubarão, corais, e peixes coloridos compõe um delicado aquário natural. Agora se o seu negócio for ir ao fundo mesmo, aí o tempo esquenta. Não há lugar no Brasil como Noronha para o mergulho autônomo. Por isso, não é estranho que gente de todos os cantos do mundo queiram ver de perto se é tudo verdade. Os locais se distribuem ao longo do arquipélago com saídas de barco ou a partir das praias em uma verdadeira “disneylandia subaquática” com visibilidade de até 40 metros. A corveta Ipiranga, que descansa a 60 metros de profundidade, entre a Baía dos Golfinhos e a Ponta da Sapata. A Gruta dos Tubarões – ninho dos predadores - é para os mais aventureiros; a natureza tratou de cavar buracos nos costões, entre 8 a 24 m, freqüentados por tartarugas e cações.

Composto de 21 ilhas e ilhotas que ocupam uma área total de 26 quilômetros o arquipélago tem apenas uma ilha habitada, a de Fernando de Noronha ­ de 17 quilômetros quadrados e 17 praias. Com cerca de 1.700 habitantes, tem dois núcleos populacionais, a Vila dos Remédios, mais importante, e a Vila do Trinta. Há ainda as ilhas Rata, do Meio, Sela Ginete, Lucena , Rasa e outras praticamente inacessíveis.
Há uma série de restrições aos visitantes: algumas áreas só podem ser visitadas com autorização do Ibama. Até a mais divertida e perigosa experiência terrestre de Noronha está proibida há um bom tempo: a subida ao alto dos 323 metros do Morro do Pico, ponto culminante da ilha. O caminho para as alturas é uma escadinha de ferro cravada na rocha, mas alguns vândalos andaram pichando o farol do Pico. Com isso, é claro, a aventura foi suspensa por tempo indeterminado.

Os principais atrativos e riqueza de Noronha não estão em terra, e sim no mar. Sob as águas cristalinas e profundas do Oceano Atlântico, um verdadeiro paraíso se apresenta na forma de extensos recifes de corais. Das 18 espécies de corais existentes na costa brasileira 15 existem em Noronha. No ambiente acolhedor dos corais, há uma rica fauna de peixes, algas, esponjas, gorgonias, invertebrados e crustáceos.

A Baía dos Golfinhos faz jus ao nome nas águas claras e transparentes da baía; eles chegam por volta das 6 horas da manhã – isto é, se nenhum barco com turistas madrugar para atrapalhar. Vindos do oceano de fora, em seu caminho para o descanso, se os golfinhos encontram movimento próximo à sua baía simplesmente mudam de rota, passando ao largo da ilha. Quando os hábitos dos golfinhos são respeitados, os turistas têm a chance de encontrá-los, durante o dia, em seus percursos ao longo da baia e da ilha com suas alegres evoluções que duram o ano todo. Ali, os golfinhos acasalam, criam seus filhotes e executam graciosos balés aquáticos. Para proteger as fêmeas e os filhotes, os machos adultos se aproximam dos barcos fazendo acrobacias, dando saltos e piruetas. Na verdade, são códigos para alertar o grupo, para chamar a atenção dos turistas e deixar que o resto do bando se afaste em segurança. Quem já teve o privilégio de estar na água com eles conta que os golfinhos olham nos olhos dos visitantes. Os golfinhos atraem os turistas – barcos, motores e barulho – afastam os golfinhos. É uma equação que a direção do Parque Marinho tenta deixar no positivo. Por isso, no mar de dentro, eles tem a baía só para eles, cercada por bóias e vigiada pelos fiscais e pelos integrantes do Programa Golfinho Rotador.

Um convênio entre os Governo de Pernambuco e a Philips do Brasil foi feito para  trocar todo o sistema de iluminação da ilha. Os novos modelos de lâmpada das casas e ruas vão permitir uma economia de 60% da energia produzida por uma usina termoelétrica. Com isso, diminui na mesma proporção a emissão dos resíduos. A principal preocupação dos ilhéus é com o destino do lixo não-reciclável, que tem de ser devolvido ao continente. Isso tudo para evitar que o frágil ecossistema se sobrecarregue com os resíduos deixados e os impactos causados pelos visitantes.
Sem muitos espaços de diversão noturna ­ são poucos os bares e não há bailes todos os dias, o que seria um grande prazer para os ilhéus, que adoram um arrasta-pé ­, a grande pedida é ficar nas rodas, nas praias ou nas pousadas, ouvindo as histórias do povo de Noronha como a que diz respeito às rochas, que pontuam a paisagem da ilha maior. O Morro do Pico e o Morro Dois Irmãos são os personagens dessa história.
Conta-se que, há muito tempo, dois gigantes dos mares, um homem e uma mulher, escolheram as ilhas para se amar. Seu amor era tão intenso que gerou a ira dos deuses. Ciumentos, eles amaldiçoaram os amantes, transformando-os em pedra. Mergulhados no oceano, até hoje lá estão: separados, mas próximos. Aflorando na água, apenas o que os identifica: o pico é uma referência à potência masculina; os morros gêmeos representam os seios da amada. Pode ser apenas uma bela história, mas com o sol do entardecer é deitar-se  na areia macia da praia e ver sol mergulhar  devagarzinho no mar, criando o vulto dos seios, escurecendo sua silhueta de mamilos tesos na ponta. Na contra luz do fim do dia, não há como se não sugestionar para o amor.  

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O mais assustador predador marinho faz parte do dia-a-dia dos noronhenses. O tubarão é presença freqüente nas mesas da ilha, nas bolsas, nos sapatos e até nas bijuterias que se levam de presente de Fernando de Noronha.
Um dos pratos mais populares de Noronha, encontrado em vários restaurantes da ilha, é o tubalhau, filé de tubarão salgado e prensado ­  resultado de um processo semelhante ao sofrido pelo bacalhau. Não apenas o filé é aproveitado, mas também as vísceras, das quais se extrai o óleo de fígado de tubarão; as barbatanas, com as quais se faz uma sopa afrodisíaca; os dentes e as vértebras se transformam em brincos, colares e pulseiras; e o couro rende bolsas e sapatos. As espécies de tubarão encontradas na área que podem ser pescadas são os:  bico-fino,  tigre, cabeça-chata e martelo. Mas todas só são retiradas do mar fora da área do Parque Nacional Marinho.

Como chegar...

 

Vôos:
A Rio-Sul/Nordeste realiza um vôo diário a partir de Recife e um de Natal.

De Barco:
Partindo de Recife a viagem pôr mar leva 2 dias e de Natal, um dia e meio. Os barcos não precisam de autorização para chegar ao arquipélago, mas não esperem contar com o apoio de marinas. Os barcos que chegam a Noronha devem ficar fundeados perto do Porto, fora do molhe.( Arrebentação de ondas que se formam repentinamente e são muito perigosas)

Cruzeiros Marítimo:
Com a  abertura dos portos brasileiros varias  Empresas de Cruzeiros Marítimo, colocaram  Noronha em seus roteiros. A maioria, começa operar a partir de novembro e vão até março.

 

Os lugares para mergulho

o chegar, procure se informar no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha sobre as normas e os procedimentos, bem como as áreas de uso público. A fiscalização é rígida e as sanções vão desde broncas, até multas. Dentro dos limites do parque.

 não é permitido realizar algumas atividades como :

• Caçar, pescar, abater, alimentar ou perseguir animais
• Alterar a vegetação e coletar sementes, raízes e frutos
• Introduzir animais e plantas
• Coletar conchas, corais, pedras, animais vivos ou parte de organismos mortos
• Escrever ou pichar em rochas, árvores ou placas
• Abandonar lixo ou detritos
• Acampar, pernoitar ou fazer fogo
• Visitar as áreas que não sejam de uso público
• Parar embarcação de passeio em outro local que não a Baía do Sancho
• Nadar, mergulhar e entrar na água com golfinhos
• Dar voltas de barco na Baía dos Golfinhos
• Navegar em velocidade superior a 5 nós entre os golfinhos
• Berrar, buzinar, ouvir música alta ou fazer algazarra quando estiver navegando defronte à Baía dos Golfinhos ou entre eles
• Tentar tocar os golfinhos com as mãos ou os pés ou fotografá-los com flashes
• Entrar nas piscinas naturais com protetores solares, bronzeadores ou outros cremes. O óleo fica na água e intoxica corais, esponjas e moluscos.

O que fazer...

 

Para se conhecer a ilha é possível alugar jipes, bugres, ou motos sempre com antecedência de 24 hs, pois a demanda é grande e há racionamento de combustível.
Caminhadas Ecológicas pôr trilhas no Parque Marinho são promovidas pelo Ibama, para grupos de até 8 pessoas, com visitas às: Ruínas do Forte dos Remédios, construção holandesa do séc. XVII, mirantes do Bolero, Caracas, Leão e Raquel. Da Vila dos Remédios, em meio às ruínas do presídio, pode-se assistir ao mais belo pôr-do-sol ou ao nascer da lua no mar.
O Ibama ministras palestras todos os dias a noite na Escola Arquipélago e na sede do grupo de mergulho Águas Claras sobre tartarugas marinhas, golfinhos e fauna em geral.
Fernando de Noronha é especial para praticantes de surfe e bodyboard, há dias em que se formam as ondas mais tubulares do Brasil, o que faz de Noronha uma versão brasileira do Havaí.
Para os mergulhadores amadores a Baía do Sueste é a mais protegida do arquipélago e apresenta diversos ambientes subaquáticos a uma profundidade máxima de 5 metros é ideal para mergulho livre, repleta de corais de fogo e peixes coloridos parece um aquário. Pôr ficar próxima ao mangue ­ o único em ilha oceânica do Brasil, na época das chuvas (março a junho), o mar fica turvo devido à mistura das águas.
Na Baía do Sancho, uma das mais belas, o destaque são as falésias que a cercam. O acesso é pôr uma escada de ferro encravada nas rochas. Embaixo, a praia de areias douradas e um mar muito verde, tom de esmeralda. Dali se avistam arraias, peixes e tartarugas. Mais para o fundo, a Laje do Sancho atinge até 20 metros de profundidade.

Obs: não se pode esquecer do forro na praia do cachorro na vila dos remédios que o local mais divertido da ilha , iniciando apos a palestra do Ibama e terminando 3h da manha, vale a pena conferir.

Prepare seus sapatos mais confortáveis, pois a ilha tem uma topografia acidentada e calçamento de pedras irregulares. Além disso, os caminhos de terra e pedras e a menor BR do Brasil não se encontram nas melhores condições. Jipes, bugres e motos podem ser alugados, desde que você não tente andar pela areia das praias, mais se você não quiser não precisa alugar nenhum veiculo, pois existe táxi e os locais são perto um dos outros.


Praias

1- Enseada da Caieira: pequena e com várias piscinas naturais de recifes é comum a presença de tubarões tem uma pequena praia .
2- Atalaia : Excelente para mergulho, também com piscinas rasas e de grande visibilidade, muitos peixes e invertebrados. Acesso por estrada de terra a 2,5 km do aeroporto.
3- Baía do Sueste: Nas suas extremidades tem recifes, protegendo a baia de ventos e ondas, tem muito sargaço, é boa para banho devido às suas águas calmas.
4- Leão: a mais bonita e primitiva por causa da coloração verde-azulada do mar, contrasta com a areia avermelhada. Com o mar cheio, as ondas se chocam contra os paredões de pedra, formando cortinas de água de vários metros de altura. Local de desova das tartarugas, as visitas são restritas de janeiro/junho entre os horários das 18:00hs às 06:00hs. Acesso precário, partindo da Praia do Sueste.
5- Enseada dos Golfinhos: área considerada pelo Ibama como preservação máxima. Não tem praia, mas lá concentram-se os golfinhos rotadores. Nas escarpas há um mirante onde observam-se melhor os golfinhos, preferencialmente no período da manhã, bem cedo. Proibido banhos, mergulhos e ancoradouro de barcos. Leve sempre um, binóculo
6-Baía do Sancho: Enseada, cuja praia possui areias brancas e águas translúcidas e verdes. Ótima para a prática de mergulho, com piscinas naturais. Também recebe as tartarugas e as restrições são as mesmas da praia do Leão. Acesso em maré rasa é feito pelas pedras, partindo da Baía dos Porcos e na cheia pôr uma escada de ferro, dentro de um rochedo estreito, possui duas cachoeiras cristalinas que brotam dos rochedos ao redor da praia, na época das chuvas.

7- Baía dos Porcos: Com apenas 100mts. de areia amarelada e fina, fica de fronte aos rochedos 2 Irmãos, lugar propício à prática de mergulho livre devido à grande quantidade de piscinas naturais e recifes. È cercada pôr morros e rochedos. Acesso pôr trilha através da praia Cacimba do Padre.
8- Cacimba do Padre: Uma das mais belas, com quase 1 km de extensão de areias claras e fofas é lugar de surfistas.
9- Quixadá: Grandes ondas formam piscinas naturais na maré alta desaparece.
10- Bode: Ligada à Praia da Quixaba durante a maré baixa.
11- Americano: Recebeu o nome tendo em vista ser a favorita dos americanos na II Guerra. Tem 150mts, com ondas fracas e areia fofa. Acesso pela praia do bode na maré vazante, ou a partir da Praia do Bolero.
12- Boldró: a preferida dos surfistas, entre novembro e março, com ondas que alcançam até 5 metros. Possui mirante e também é ótima para mergulho.

13- Conceição: Os recifes provocam ondas fracas. Sua orla possui areias brancas e muito finas. Entre novembro a março as ondas podem chegar a 1,5mts. Acesso pelas praias do Bolero e a do Cachorro.
14- Meio: Boa para o surfe na época das ressacas é separada da praia do Cachorro pôr pedras e recifes.
15- Cachorro: São as preferidas dos ilhéus, pois ficam perto das vilas dos Remédios e do Trinta. Os recifes tornam as ondas leves, areia branca e fofa. Perto da praia da Biboca fica o ‘Urro do Leão’, as águas do mar batem numa fissura na rocha, provocando um rugido semelhante ao urro do leão.
16- Biboca: Ondas fracas em areias brancas e finas. Na época de novembro a março é possível a prática do Surfe. Perto desta praia existe um navio grego naufragado.
17- Baía de Santo Antônio: Praia com ondas fortes e surfistas. Em alguns pontos formam-se canais onde se pode praticar mergulho autônomo.

 


Locais de Mergulho

Naufrágio do Porto Profundidade máxima 09m Cargueiro afundado nos anos 20. Seus escombros estão na saída do porto.
Ilha do Meio Profundidade máxima
15m
Pequenas tocas e grutas oferecem abrigo a muitos cardumes.
Ressurreta / Canal da Rata Profundidade máxima
15m
Iniciando numa calma e rasa enseada, partimos para o canal para um bonito "Drift-dive".
Cagarras Profundidade máxima
30m
Costão rochoso. Bela opção para a iniciação em mergulhos profundos e em multi-nível.
Buraco do Inferno Profundidade máxima
24m
Variado, oferece cinco trajetórias bem distintas.
Pontal do Norte Profundidade máxima
42m
Rochedo submerso proporciona um multi-nível muito rico em vida.
Pedras Secas Profundidade máxima
16m
Dois cabeços, dois mergulhos distintos, uma opinião: espetacular.
Buraco das Cabras Profundidade máxima
15m
Formação rochosa única em típico 'drift-dive'.
Ilha do Frade Profundidade máxima
20m
Ilhota colorida por corais e esponjas cercada de areia fina e branca.
Cabeço Submarino Profundidade máxima
24m
Rochedos na saída da Baía do Sueste, abrigo costumeiro de tartarugas.
Iuias Profundidade máxima
22m
Agrupamento de rochas com grande concentração de cardumes.
Navio do Leão, Profundidade máxima
08m
Cargueiro destroçado, em uma pequena baía abrigada.
Cabeço da Sapata Profundidade máxima
42m
Grande rocha submersa com paredes verticais coloridas. Sua fauna sempre traz surpresas.
Ponta da Sapata Profundidade máxima
27m
Costão rochoso terminando em uma impressionante gruta.
Corveta Ipiranga Profundidade máxima
63m
'Um dos mais impressionantes naufrágios do mundo.' Segundo David Taylor, editor da Rodale Scuba Diving.
Laje dos 2 Irmãos, Profundidade máxima
24m
Laje de corais rica em vida, usualmente visitada por tubarões bico-fino.
Morro de Fora Profundidade máxima
15m
Ilhota cercada por locas e passagens entre as pedras.

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